São Paulo, 22/04/2021        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 
Em todos os tempos e em todas as culturas, a morte é vista de diferentes formas. Entretanto, o respeito pelos mortos é em todos os casos, cultuado de forma igual.
Acreditar ou não numa existência após a morte, não exclui a consideração por aqueles que um dia estiveram entre nós.
E independente também de considerarmos a possibilidade de um espírito, e do ser que o possua, ou que o mereça, veneramos os entes queridos.
Dessa forma, muitas pessoas mantêm vivas, além das pessoas que lhe foram caras, os seus animaizinhos de estimação que um dia dividiram consigo o mesmo lar.
A morte, muito mais que medo, causa respeito pelo medo que produz.
Nossa consciência diz que devemos respeitar os mortos e também os mortos que foram animais que amamos.
E independente da nossa consideração por um animal, seja ele qual for, as pessoas mais evoluídas lhes estendem essa reverência, seja enquanto estiverem aqui, ou após terem partido.
Quando comemos o corpo de um animal que foi torturado e brutalmente morto, ou até mesmo que tenha morrido naturalmente, estamos renegando o respeito aos mortos.
Ao usarmos um casaco, ou pisamos num tapete feito de pele de animais, igualmente estamos desacatando aqueles que já morreram.
Mesmo que nunca tenhamos conhecido o animal, a vida era propriedade dele e um direito universal intransferível.
Ninguém de nós gostaria de ver as sepulturas violadas, nossas ou de nossos entes queridos, por considerarmos uma transgressão imperdoável.
Ainda que a morte tenha se tornado uma mercadoria geradora de lucro como parte de um processo industrial e capitalista, tendo sido intencionalmente oculta e disfarçada, ela continua existindo nos berros e sofrimentos dos animais brutalmente assassinados por nossa causa.
E enquanto fechamos nossos olhos para a verdade, milhares de animais continuarão sendo mortos.
Em respeito a tudo que viveu, mesmo os corpos dos animais, devem ser deixados em paz.
Talvez não tenhamos ainda, conseguido compreender o verdadeiro sentido da existência.
E, provavelmente, muitos só chegarão a se dar conta da vida, quando a mesma lhe escapar pelas mãos.
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Rildo Silveira Carvalho
Graduado em Educação Física pela Unincor -
Universidade Vale do Rio Verde - Caxambu - MG
Pós-graduado em Fisiologia e Nutrição Esportiva pela
Unincor - Universidade Vale do Rio Verde - Três
Corações - MG;
Autor de mais de 250 PPSs sobre proteção animal,
vegetarianismo, meio ambiente, e
colunista dos sites:
www.abcanimal.org.br;
www.petgree.vet.br
www.petfeliz.com.br
www.territorioselvagem.vet.br
www.floraisecia.com.br;
e-mail: rildosilveira@yahoo.com.br
Publicação autorizada, desde que os CRÉDITOS SEJAM CONSERVADOS E
FONTE CITADA: site “Florais e Cia” – www.floraisecia.com.br

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