São Paulo, 17/11/2017        



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Martha Follain

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   ABANDONO DE ANIMAIS – POR MARTHA FOLLAIN


ABANDONO DE ANIMAIS – por Martha Follain


“Somos sempre nós que abandonamos os cães, na natural ingratidão com que sacrificamos as melhores afeições aos interesses e conveniências. Não tenho notícia de cachorro que se houvesse, de vontade própria, separado do dono, abandonando o amigo por mais negra que fosse a miséria que com ele partilhasse. O homem é diferente. É a criatura que mais depressa e com a maior facilidade esquece as amizades. A natureza humana é muito ordinária. E ainda há gente que emprega a palavra “cão” como insulto, como injúria!..” Vivaldo Coaracy (1882-1967: engenheiro, jornalista e escritor brasileiro).
As desculpas são as mais esfarrapadas possíveis, e não há nada mais vil, abjeto, hediondo e infame. O fato é que é inaceitável o abandono de animais domésticos, nativos ou exóticos - não há desculpas. Mas nem os animais de circo escapam, pois os proprietários desses circos que exploram animais alegam dificuldades financeiras para alimentar os cativos e os abandonam, sendo largados na rua. Também é grande o número de abandono de animais sazonais ou da “moda” como coelhos e mini coelhos - comercializados por ocasião da Páscoa – e animais nativos e exóticos (cobras, iguanas, tartarugas etc.) que, depois que crescem, tornam-se um “estorvo”. O abandono de animais é uma grave e covarde violação dos direitos animais.
Há uma estatística da “Apasfa” (“Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis”) de 2008 que coloca o abandono como pior nos meses das férias escolares - no período de dezembro a janeiro, a quantidade de animais abandonados cresce em média 1000 %, com 50 denúncias diárias de maus tratos e abandono de animais em todo o território nacional. Durante os outros meses do ano, a média de denúncia é de 5 ao mês. Isso porque as famílias viajam e não têm com quem deixar o bicho, absurdamente preferindo abandonar.

O centro de zoonoses de São Paulo não recolhe nem sacrifica mais animais, (o que era feito até 2008), por força de uma lei adotada também por outros estados brasileiros - Lei 12.916/08 – proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos em todos os centros de controle de zoonoses, canis municipais e congêneres do estado de São Paulo - http://felicianofilho.com.br/feliciano_51777/

E a população de animais em situação de rua cresce, sendo que seu número não é oficial nem preciso. Estima-se que há 200 mil cães e gatos em São Paulo capital – outras fontes dão esse número em torno de 1 milhão. Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, a Secretaria Municipal da Saúde não soube precisar o número de animais em situação de rua atualmente em São Paulo. No Rio de Janeiro, de acordo com Nini Bandeira, assessora da diretoria da “Sociedade União Internacional Protetora dos Animais” (“Suipa”), no Rio de Janeiro, cerca de 40 animais, entre cães e gatos, são abandonados por dia na cidade. “O abandono é muito grande. Além dos que são deixados aqui na Suipa, nós ainda fazemos o resgate de animais atropelados nas ruas, que variam de 8 a 10 diariamente. Aqui eles são cuidados e preparados para a futura adoção”.
Muitos ainda são filhotes quando são abandonados, e a vida desses animais é, em média, de 2 anos.
É de estarrecer os motivos alegados para o abandono de animais. São banais e sem sentido. Essa estatística é da Revista veterinária “Journal of Applied Animal Welfare Science” - Pesquisa feita nos EUA em 12 abrigos, envolvendo 1984 cães e 1286 gatos. As somas passam de 100% porque um criminoso pode ter alegado mais de um motivo para abandonar seu animal (revista da Folha de 7 de janeiro de 2007).
Cães
18,5% Suja a casa
12,6% Destrutivo fora de casa
12,1% Agressivo com as pessoas
11,6% Tem o vício de fugir de casa
11,4% Ativo demais
10,9% Requer muita atenção
10,7% Late ou uiva muito
9,7% Morde
20,0% Destrutivo dentro de casa
9,0% Desobediente
Gatos
37,7% Suja a casa
11,4% Destrutivo fora de casa
16,9% Agressivo com as pessoas
8,0% Não se adapta com outros animais
9,0% Morde
6,9% Requer muita atenção
14,6% Destrutivo dentro de casa
4,6% Eutanásia por motivos de comportamento
6,9% Não amistoso
4,6% Ativo demais



Segundo o site http://apacaxambu.blogspot.com.br/p/abandono-e-maus-tratos-animais-e-crime.html: “Caso você veja ou saiba de maus tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes, vá à Delegacia de Polícia mais próxima para lavrar Boletim de Ocorrência. Abandono e maus tratos à animais é crime. A denúncia de maus tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal, prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo:

A pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crime Ambientais é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.
A pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa.
É importante levar com você uma cópia do número da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais nem têm conhecimento dessa lei. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste país sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais!” Veja também:
COMO DENUNCIAR:

INSTITUTO NINA ROSA
http://www.institutoninarosa.org.br/site/perguntas-frequentes/
PEA
http://www.pea.org.br/denunciar.htm
ESQUADRÃO PET
http://esquadraopet.blogspot.com.br/search?q=DENUNCIE+MAUS+TRATOS
GATOVERDE
http://www.gatoverde.com.br/leis/como-denunciar/
A pessoa que pensar em adotar um animal, deve prever que há gastos envolvidos, tempo, atenção, que ele vai crescer, que faz cocô e xixi, e que esses cuidados podem durar em torno de 15 anos. Não deve-se adotar por impulso, pois muitas pessoas não estão de fato preparadas para terem um animal. O bicho não é um objeto que pode ser descartado ou jogado no lixo (o que alguns seres desprezíveis fazem – jogar o animal no lixo).
Há um excelente vídeo sobre “Guarda Responsável”, produzido pelo Instituto Nina Rosa: “Fulaninho, o cão que ninguém queria” - https://www.youtube.com/watch?v=gn1ISZY31H0
Mudar essa triste situação só depende de cada um de nós. Abandonar animal é crime – denuncie!

“Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?” Guimarães Rosa (1908-1967: escritor, médico e diplomata brasileiro)
“Se um homem almeja um vida íntegra, seu primeiro ato de abstinência é não ferir animais.” Albert Einstein (1879-1955: físico e matemático alemão)
TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL – DIREITOS AUTORAIS
Reprodução permitida, desde que, com todos os créditos da autora e de seu trabalho.
Martha Follain: Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose e Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia, Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral - para animais humanos e animais não humanos. Consultora da “Phytoterápica”. Atendimentos e cursos
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Fonte: Florais e Cia
 
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   ARTIGOS FLORAIS DE BACH
   :: PARA HUMANOS
• A DOENÇA COMO DESEQUILÍBRIO ENTRE PERSONALIDADE E ALMA.
   RILDO SILVEIRA - PPS

Direitos animais e ativismo
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A TERAPIA E O USO DE ESSÊNCIAS FLORAIS - POR MARTHA FOLLAIN
A TERAPIA E O USO DE ESSÊNCIAS FLORAIS - por Martha Follain

http://floraisdebachcuritiba.webnode.pt/album/galeria-de-fotos/#mount-vernon-jpg
Papiros egípcios já descreviam o uso de plantas para a cura de doenças, incluindo as flores como forma de tratar distúrbios afetivos. Desde há milênios, as flores estão correlacionadas com a manifestação das emoções humanas. Os povos indígenas da América do Norte, por exemplo, acreditavam que as plantas eram mensageiras de mestres de outras dimensões. Para os druidas, mestres da tradição celta, o visco e a árvore que o sustenta, o carvalho, eram considerados de grande poder de cura, sendo alvo de rituais e cerimônias religiosas. No século XVI, o grande curador e alquimista Paracelso , recolheu orvalho das flores para tratar os desequilíbrios emocionais de seus pacientes.
Em outras culturas, como no Japão, uma forma altamente evoluída de meditação é chamada “ikebana”, arranjo de flores, que quando colocado em um templo ou em outro espaço “atrai” energias positivas. Por milênios, as flores têm feito parte das festas e rituais sagrados dos seres humanos, proporcionando-lhes, assim uma sensação de bem estar e felicidade, que, em última análise define o que é a qualidade de vida.
Essências florais são compostos que possuem a essência energética das flores correspondentes. Esses compostos são capazes de devolver ao indivíduo o estado de equilíbrio. Através de processos padronizados, as flores transferem para a água suas propriedades terapêuticas.
A matéria, por ser também energia, vibra em determinadas frequências. Os seres vivos, assim como tudo na natureza, são compostos de energia. Massa é igual a energia condensada. Nosso organismo, os organismos dos animais não humanos, das plantas e objetos inanimados são massa, energia condensada, compostos de células, moléculas, átomos que são formados por prótons, nêutrons e elétrons. Nossos corpos, como tudo mais no universo, é constituído de átomos. O átomo é composto por um núcleo e uma eletrosfera. A eletrosfera é composta apenas por elétrons, os quais giram em torno do núcleo em locais diversos. Qualquer átomo no universo está sempre recebendo energia ou cedendo energia. Todos os corpos, por sua composição são capazes de emitir e captar energia. O ser vivente é formado por células, e sendo as células unidades vivas, geram vibrações contínuas. Tais vibrações criam um campo de energia – o campo eletromagnético ou campo bioelétrico. Atualmente, o efeito dos florais já pode ser comprovado, através de bioeletrografias (a Bioeletrografia, antiga Foto Kirlian, foi proclamada como ciência, em 2000, na Rússia).


Os florais não tratam doenças orgânicas, mas são importantes aliados ao tratamento convencional - florais tratam, holisticamente, o indivíduo doente. Logo, os florais podem ser utilizados em quaisquer situações de desequilíbrio vibracional. E há uma infinidade de sistemas Florais: da Califórnia, do Alaska, do Havaí, Saint Germain, Brasileiros, etc.
Definição de essência floral, de documento elaborado em outubro de 1998, realizado por distribuidores, terapeutas experientes, e representantes da ABREFLOR (Associação Brasileira de Terapeutas Florais) e entregue ao Ministério da Saúde, em Brasília, pelo SINATEN (Sindicato Nacional dos Terapeutas Naturistas);
“Pela sua própria natureza vibracional, as essências florais não têm impacto direto sobre a bioquímica do corpo, como têm os alimentos, fármacos ou psicoativos. Elas não são medicamentos e não substituem estes meios, não possuindo princípios ativos de natureza material. Elas atuam por ressonância vibratória entre campos mórficos. Não se configura como prescrição de medicamentos, podendo então, sua indicação ser habilitada a profissionais de quaisquer áreas, desde que, capacitados profissionalmente para fazê-lo”
O Dr. Edward Bach (1886-1936), foi um médico clínico e homeopata de origem galesa, e dedicou sua vida à busca de métodos mais puros de cura. Nasceu numa das regiões da Grã Bretanha que abrigou, num passado longínquo, a antiga cultura celta, guardiã de tradições religiosas ligadas à natureza. Os celtas relacionavam-se com as forças sutis ou espirituais dos fenômenos da natureza e com os seres elementais.
Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava no tratamento de sintomas, passou a buscar um sistema mais eficaz que atingisse a causa das doenças. Paralelamente, concentrou-se no estudo da Imunologia, tornando-se bacteriologista.
Em 1928, chegou à conclusão de que os indivíduos se enquadram em vários grupos de tipos distintos e que, cada um destes grupos, reage à doença de uma forma particular. Possuindo larga experiência no preparo de vacinas orais, passou a associar estes tipos de personalidade a plantas específicas e obteve, em pouco tempo, resultados surpreendentes.
Dr. Bach não desanimou, mesmo diante de severas críticas do meio acadêmico da época, chegando a desistir de seu registro médico para cumprir o que acreditava ser sua missão. Edward Bach, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de cura pelas flores. Bach sentia que ocupar-se só dos sintomas fisicos não era o bastante. Os florais não são prescritos diretamente segundo o mal estar físico, mas sim de acordo com o estado mental e emocional do paciente. As essências de Bach tratam os seres doentes e, não as doenças. Os remédios de Bach são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres.
Seu trabalho culminou com o desenvolvimento de 38 essências florais, que cobriam todos os aspectos da natureza humana e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades.
Florais e Animais:
Com os animais também é assim. As essências não são usadas para tratar doenças físicas, mas para os estados patológicos da mente, os quais, para Bach, impedem o animal de recuperar a saúde, além de serem eles mesmos causas primárias de doenças. Os florais atuam sobre a desarmonia profunda do animal e, assim fazendo, formam a base para a recuperação dos sintomas físicos.
O Dr. Bach experimentou a medicação floral em animais e concluiu que as essências para tratar os sintomas deles são as mesmas dos humanos, prescrevendo para seu cão Lulu, um cocker spaniel. Nora Weeks, sua assistente, também tratava seus vários gatos com as essências florais.
Os conceitos da terapia Floral de Bach, para animais e humanos, estão fundamentados na visão holística da realidade, e correspondem às necessidades de um novo paradigma – algo que serve como parâmetro de referência.
A percepção do universo como um todo harmonioso e indivisível é o enfoque central do paradigma holístico e, como evidencia a teoria holográfica, cada parte constitutiva do universo contém informações sobre todo o universo e, portanto, alterações nas partes afetam o todo. A partir do tratamento de um indivíduo, a coletividade é afetata positivamente. Essa concepção substitui o modelo fragmentado e reducionista baseado na orientação mecanicista do paradigma newtoniano/cartesiano, do século XIX.
Bach pesquisou, identificou e catalogou 38 flores silvestres e escreveu os fundamentos de uma nova Medicina. A terapia com florais, difundida no mundo inteiro, recebe o aval da Organização Mundial de Saúde (OMS), desde 1976, que também a reconhece como uma terapia complementar.
DESEQUILÍBRIOS E ESSÊNCIAS
MEDO ROCK ROSE; MIMULUS; CHERRY PLUM; ASPEN; RED CHESTNUT
INDECISÃO CERATO; SCLERANTHUS; GENTIAN; GORSE; HORNBEAM; WILD OAT
FALTA DE INTERESSE PELO
PRESENTE CLEMATIS; HONEYSUCKLE; WILD ROSE; OLIVE; WHITE CHESTNUT; MUSTARD; CHESTNUT BUD
SOLIDÃO WATER VIOLET; IMPATIENS; HEATHER
EXCESSO DE SENSIBILIDADE A
INFLUÊNCIA E OPINIÕES AGRIMONY; CENTAURY; WALNUT; HOLLY
DESALENTO OU DESESPERO LARCH; PINE; ELM; SWEET CHESTNUT; STAR OF BETHLEHEM; WILLOW; OAK; CRAB APPLE
PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM O
BEM ESTAR DOS OUTROS CHICORY; VERVAIN; VINE; BEECH; ROCK WATER
Florais de Bach não substituem a consulta com o veterinário.

Martha Follain – Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose, Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Terapia Floral de Minas, Terapia de Integração Craniossacral, Bioeletrografia, Cromoterapia, Cristalografia, Psicoterapia Holística.
CRTH 0243
Fonte: Florais e Cia


 

 



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