São Paulo, 22/05/2015        



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   AS PULGAS NÃO DORMEM NO PONTO


http://www.merial.com.br/donos_caes/solucoes/calculo_reinfestacao/calculo_reinfestacao.asp

As pulgas não dormem no ponto

A pulga pode viver por até 3 meses. Mas nesse curto período de tempo uma única pulga é capaz de pôr 2.000 ovos, infestando a casa toda. E 95% dos estágios da pulga (os ovos, as larvas e as pupas) ficam no ambiente e não no cachorro, conseguindo sobreviver durante o ano todo.





Os cachorros também podem se reinfestar fora de casa durante um passeio no parque ou quintal, hospedagem no canil, etc. O controle eficaz exige que todos os animais da casa estejam sempre protegidos contra pulgas.

Existe uma clara relação entre o número de dias que as pulgas adultas permanecem sobre um animal sem proteção e a quantidade de ovos que elas poderão colocar durante esse período, o que significa a perpetuação da infestação do ambiente e o surgimento de novas pulgas que poderão infestar o animal no futuro.

Calcule no quadro abaixo o risco que as pulgas adultas representam ao permanecer sobre seu animal de estimação.
Quanto maior o tempo, maior o número de ovos, larvas e pupas no meio-ambiente e maior o potencial de reinfestação sobre os animais.

Calcule o potencial de reinfestação de pulgas
Este é um cálculo baseado no fato de que pulgas adultas podem colocar aproximadamente 30 ovos por dia durante um período médio de 3 meses de vida.

O ciclo de vida das pulgas varia de acordo com fatores externos, tais como, a temperatura e a umidade ambiental, ou ainda, a disponibilidade de hospedeiros no meio-ambiente.

A pupa é uma forma de pulga que permanece “escondida” no ambiente (no fundo do sofá, do colchão ou mesmo nos tapetes e carpetes e frestas de pisos de madeira) por períodos de até 1 ano. Deste modo, novas pulgas podem se formar e infestar os animais, mesmo que eles não saiam de casa.


clique na URL abaixo para fazer o cálculo

http://www.merial.com.br/donos_caes/solucoes/calculo_reinfestacao/calculo_reinfestacao.asp


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A pulga
A maior parte desses pequenos insetos marrons e sem asas, com mais de 2000 espécies e presentes no mundo todo, vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue e, quando passam de um hospedeiro para outro, acredita-se que possam levar germes de doenças graves. Além do mais, suas picadas causam um prurido intenso (sua saliva provoca a dermatite alérgica, queda de pelo e infecções bacterianas secundárias em animais mais sensíveis), o que estressa o animal; e anemia, dependendo da intensidade da infestação.



A Ctenocephalides spp, que acomete principalmente cães e gatos, quando ingerida, leva para o intestino a forma infectante de um verme cestóide, semelhante à Tênia, que causa irritação anal, diarréia com muco e sangue. Grande infestação pode causar crises convulsivas. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz. E, sabemos, a Tenia é a "solitária" do homem. Portanto, estamos falando em uma zoonose (doenças transmitidas dos animais aos humanos). Por isso é importantíssimo vermifugar o animal

quando apresenta pulgas. Converse com o seu veterinário, para que ele indique o vermífugo ideal.



Uma vez que a pulga só vai ao animal para se alimentar -- vivem e põem os ovos no ambiente -- é este o responsável pelas grandes infestações. Assim, deve-se atuar no ambiente e no animal simultaneamente, para o efetivo controle de infestação. Para tanto, saber do seu ciclo é fundamental. São necessários somente 16 dias para que esse inseto passe de ovo a larva, pupa e adulto capaz de postura. Diante dessa rapidez na reprodução, pode-se ter uma idéia de quão trabalhoso e frustrante é lidar contra uma infestação de pulgas.



O ambiente pode estar infestado e as pessoas que ali vivem não serem importunadas por eles. Isso acontece porque a pulga é espécie-específica, ou seja, existem pulgas que atacam humanos e outras que picam animais. A pulga de cães e gatos não vai atacar as pessoas enquanto ela tiver disponível uma fonte de alimento. Por isso é que o problema passa desapercebido, até que tome proporções catastróficas.



Existem medicamentos, sprays, xampoos e inseticidas que atacam as pulgas e suas larvas, mas nenhum deles atinge a pupa. Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Por isso a conversa com o Veterinário é importante.



Como lidar com infestações

dicas de protetores dos animais



para o ambiente

1- O uso tópico de produtos para o ambiente vai depender se existem animais, crianças e bebês no espaço, pois muitos deles são tóxicos. O fundamental e pouco agressivo ambientalmente falando e' uma boa limpeza dos focos

(com uma mistura de água e água sanitária) e aspiração, para remoção dos ovos. Não esquecer de mergulhar o saquinho do aspirador com o produto da aspiração na solução de água com água sanitária, para matar os insetos, ovos e larvas porventura capturados.



2- Lavar o local e os tapetes com uma mistura meio a meio de água com vinagre. Qualquer vinagre serve, mas para quem tem gatos, deve preferir o vinagre branco de maçã, que não fará mal a eles, mesmo que o ingiram quando se lamberem.Se for taco, use vinagre puro nos tacos soltos, para exterminar os ninhos. Deixe agir por uns 10 minutos e seque o local. Os tapetes podem ir para o sol. O vinagre branco não mancha, portanto não danifica os tapetes e estofados, mesmo se forem coloridos. Abra janelas e deixe a casa ventilar. O cheiro é forte. É bom deixar os animais longe durante a aplicação, assim como proteger o próprio rosto com uma máscara ou lenço.



para o animal

1- dar banho de pano nos gatos e cães com água morna e vinagre de maçã. Só um pouco de vinagre dentro de uma bacia com água. Além de proteger contra pulgas (que a gente pode trazer das ruas, de outros animais, do ônibus, do metrô), dá um brilho muito bonito no pêlo.


2- aplicar Frontline ou Topline. Este segundo, apesar de ser para bovinos, e' mais barato por ml , e poucos ml são suficientes para um animal de companhia.





Orientações do site Veterinário Vida de Cão

www.vidadecao.com.br



Na casa: dedetização, 2 aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas, ou uso semanal, no ambiente, de produtos anti-pulgas da linha veterinária (consulte o seu veterinário), até acabar com a infestação.
No cão: banhos anti-pulgas semanais e aplicação de produtos anti-pulgas tópicos de longa duração, ou a critério do seu veterinário.

Importante:
nunca use inseticidas contra insetos ou baratas no seu animal;
filhotes, fêmeas gestantes e gatos, não devem ser banhados com produtos inseticidas;
CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto anti-pulgas;
banhos anti-pulgas devem ser dados com o cuidado do animal não lamber o produto durante o banho. O mesmo para o uso de talcos. A ingestão do produto pode causar intoxicação;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados com produtos anti-pulgas tópicos (para passar, banhar ou aspergir).

É possível prevenir a infestação por pulgas?

O controle da infestação por pulgas se faz através de medidas simples:
banhos anti-pulgas freqüentes (quando for possível);
uso de produtos anti-pulgas de longa duração em gotas para aplicar topicamente ou spray;
deve-se evitar o uso do carpete em casas que têm animais. Pisos "frios" e bem rejuntados, sem frestas, evitam a proliferação das pulgas;
usar produtos anti-pulgas nas casinhas dos cães periodicamente. Tapetes ou cobertores de uso dos animais devem ser lavados com freqüência;
tosar os animais nas épocas mais quentes, para se controlar melhor as pulgas e facilitar os banhos;
alguns locais como praças, canteiros e jardins, podem ter focos de pulgas, por serem freqüentados por muitos animais. Se você perceber que o cão volta se coçando dos passeios, evite esses locais.

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http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=pulgas2.htm



Doenças causadas pelas pulgas

Muitos proprietários desconhecem que a infestação por pulgas pode causar muito mais do que uma simples coceira nos cães e gatos. As pulgas podem causar danos diretos ou indiretos à saúde do animal. É bem verdade que no verão o problema aumenta, pois a pulga encontra condições muito favoráveis à sua reprodução, ou seja, calor e umidade. Mas é importantíssimo combatê-las, não só nos meses quentes, mas durante o ano todo.

A seguir, algumas doenças que seu animal pode apresentar quando infestado por pulgas:

Dermatite alérgica à picada de pulgas: é uma das alergias mais comuns nos cães e gatos. É um problema que pode ser transmitido dos pais para os descendentes. A saliva da pulga causa uma forte reação alérgica no animal, desencadeando um prurido (coceira) muito intenso. Queda de pêlos, feridas, descamação e mau cheiro são sinais clínicos frequentes. Pode se desenvolver uma infecção na pele (piodermite). O tratamento é feito com antialérgicos, antibióticos (em muitos casos) e cicatrizantes. Como em qualquer outra alergia, não existe cura, apenas o controle. Os animais que desenvolvem a dermatite alérgica apresentam os sinais mesmo com pequenas infestações por pulgas. Assim, o combate ao parasita tem que ser intenso e é o único meio de se controlar a doença.

Verminoses: a pulga pode transmitir vermes a cães ou gatos. O mais comum é o Dipylidium caninum, que causa diarréia com muco e sangue. Os vermes tem aspecto de grãos de arroz quando encontrados mortos nas fezes ou pêlos, próximos à região do ânus do animal. Em grandes quantidades, o verme pode causar ataques convulsivos, uma vez que secreta uma toxina que age sobre o sistema nervoso. Todo animal que teve uma infestação por pulgas deve ser vermifugado.

Anemia: a pulga se alimenta de sangue. Assim, se o animal tiver uma grande infestação por um tempo prolongado, ele poderá apresentar um quadro anêmico. Animais jovens ou idosos são mais susceptíveis. A anemia tornará o cão letárgico e inapetente. De nada adianta tratar a anemia se o animal continuar infestado pelas pulgas.

Estresse: os animais podem ficar estressados mais irritados, e às vezes agressivos, quando infestados por pulgas. A coceira intensa pode fazer com que o animal pare de se alimentar e perca pêso. Animais cardíacos ou com alterações na coluna (calcificações ou "bico de papagaio") podem ter o problema agravado pelo esforço constante em se coçar, chegando a ficar exaustos e ofegantes.

Transmissão de vírus: acredita-se que as pulgas possam transmitir vírus de um animal doente para outro sadio. Dependendo da carga (quantidade) de vírus que a pulga "carregue" e a capacidade infectante dos mesmos, o animal poderá desenvolver a virose.

Assim, você já percebeu que há motivos de sobra para combatermos as pulgas, que não só irritam o animal, como podem causar danos a saúde dos nossos amigões.

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Fonte: APASC
 
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SARNAS DEMODÉCICAS


http://www.saudeanimal.com.br/artig129.htm



Sarnas Demodécicas

Dr. Carmello Liberato Thadei
Médico Veterinário

Os chamados ectoparasitas como são denominadas aquelas espécies animais que parasitam a superfície cutânea de outros animais, como são as sarnas em geral , apresentam um grupo de espécies pertencentes ao gênero DEMODEX, que por suas particularidades próprias merecem ser tratados a parte das demais sarnas.

São estes ácaros, assim chamados por pertencerem a classe ACARINA do philum zoológico ARACHNOIDEA, de tamanho pequeno, situados no limite da visão humana com a vista desarmada, pois medem em torno de 100 micra (micra é plural de micron, e este mede a milésima parte de um milímetro). Assim sendo, para serem facilmente visualizados, é necessária a utilização de lentes ou melhor ainda do microscópio ótico.

Entre as mais de 15.000 espécies desse grupo, em sua maior parte parasitas, destaca-se o DEMODEX CANIS, que por parasitar o nosso amigo cão será por mim tratado particularmente. Vive esse parasita no folícolo piloso de outros animais mamíferos e raramente nas glândulas sebáceas adjacentes aos pêlos, onde só penetram nas infestações mais graves. Localizam-se quase sempre na raiz do pêlo, só abandonando essa localização após multiplicação intensa. Seus movimentos são lentos, irregulares e realizam-se com ajuda das suas patas atrofiadas em número se oito, por esse motivo (oito patas) são denominados octópodes. Entre 17 e 26 graus centígrados sua movimentação praticamente cessa, embora não pereçam, tornando-se intensa em torno de 40 graus.

A transmissão desses parasitas processa-se por contato tanto direto quanto indireto, bastando que um animal parasitado tenha contato com outro suscetível, como outro cão ou mesmo outras espécies animais como bovinos, eqüinos, caprinos, ovinos e mesmo espécies exóticas desde que mamíferas. É importante assinalar-se que o homem embora preencha essas mesmas condições de parasitismo, não foi ainda descrito como parasitado por esse ácaro. É, no entretanto, o homem, parasitado pelo primo desse parasita, o chamado "Demodex foliculorum", que no homem causa apenas efeito antiestético, constituindo o chamado cravo cutâneo.

Voltando ao Demodex canis: sua propagação é lenta na pele do animal parasitado, porém em casos especiais de invasão maciça, podem esses ácaros parasitas atacarem toda superfície corporal ao fim de poucas semanas. Geralmente de início não ocorre prurido (coceira), sendo esta presente quando a pele venha a apresentar-se também inflamada em decorrência do próprio parasitismo, exibindo então o animal forte coceira.

Clinicamente são descritas duas formas de parasitismo; A chamada forma escamosa ou crostosa, e a chamada pustulosa. Seus próprios nomes dão idéia dessas formas clínicas, porém, na realidade, esta última é a evolução natural do parasitismo anterior quando não devidamente tratado. Nesta última, aparecem infecções secundárias por germes de supuração, os quais preparam o caminho para a sucessiva propagação do mal às áreas de pele ainda não parasitadas do hospedeiro. Como parece ser o principal interesse de todos, saber mais a respeito dos diversos tratamentos para esse parasitismo, vou fazer um rápido retrospecto histórico de sua evolução no tempo.

Como já ressaltei quando tratei das sarnas em geral, o primeiro medicamente utilizado para esse mal, foi o enxofre, na histórica pomada de Helmerich.

Descobriu-se posteriormente, que o mesmo enxofre em sua forma nascente tinha ação mais intensa sobre o parasita, debelando o mal mais rapidamente, sendo então utilizadas as seguintes fórmulas farmacêuticas: Aplicação inicialmente sobre as áreas da pele parasitadas de uma solução a 40 % de Hipossulfito de sódio, e em seguida uma segunda solução (diluída, portanto fraca), de Ácido clorídrico a apenas 4 %. Aqueles experts em química já terão deduzido, que o ácido clorídrico entrando em contato já na pele do animal, resultante da primeira aplicação com o hipossulfito, formar-se-ia o almejado enxofre nascente, e este, pela sua ação anti-parasitária , vindo a matar a sarna.

Mais tarde descobriu-se o Benzoato de Benzila, que juntamente com a pomada de Helmerich e as soluções anteriores são ainda utilizadas para tratar as sarnas, porém deve ser realçado que para as sarnas demodécicas são esses medicamentos praticamente nulos. São os mesmos eficientes contra as demais sarnas, como a própria Escabiose humana e animal, porém contra o demodex suas ações são nulas.

Fui aluno de um saudoso professor em meu curso universitário na USP, na cadeira de Parasitologia, em que o catedrático ilustre: Dr. Zeferino Váz, que mais tarde implantou duas famosas escolas superiores no Brasil (A Faculdade de Medecina da USP de Ribeirão Preto, e a UNICAMP), tinha esse professor catedrático, um assistente: Dr. Décio Malheiros, que trabalhou com sucesso no tratamento dessa demodicose, pois é esse o nome dessa parasitose. Utilizava esse professor o oleo de Castanha de Cajú nesse tratamento. Acredito eu, que a castanha de cajú se tem algum efeito sobre o parasita, esse é quase nulo, sendo a melhora decorrente desse tratamento, repito: dedução minha e não do professor Décio, era mais pela impermeabilização olea da pele do animal, do que propriamente por ação da castanha de caju.

Dr. Carmello Liberato Thadei-
Médico veterinário - crmv-sp-0442




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Fonte: APASC


 

 



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